TRÊS SENADORES, TRÊS CAMINHOS
POR QUE A BASE DE FÁBIO MITIDIERI SE DIVIDE ENTRE LULA, FLÁVIO BOLSONARO E A NEUTRALIDADE?
Rogério Carvalho apoia Lula, Laércio Oliveira trabalha por Flávio Bolsonaro e Alessandro Vieira rejeita os dois candidatos. O que a trajetória de cada senador revela sobre as alianças políticas de Sergipe e a relação entre representantes e eleitores?
Por Juarez Guide da Veiga — Editor-Chefe
Portal Itabaiana News — A Voz do Agreste Sergipano
Em Sergipe, a eleição presidencial de 2026 apresenta uma situação política que merece atenção.
Os três senadores que representam o estado no Congresso Nacional participaram do campo de apoio à reeleição do governador Fábio Mitidieri, do PSD. Entretanto, quando o assunto é a disputa pela Presidência da República, cada um segue um caminho diferente.
Rogério Carvalho, do PT, apoia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Laércio Oliveira, do Progressistas, declarou apoio a Flávio Bolsonaro, do PL.
Alessandro Vieira, do MDB, anunciou que não apoiará nenhum dos dois candidatos no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Enquanto isso, o governador Fábio Mitidieri declarou que trabalhará pela reeleição de Lula.
A situação levanta perguntas que vão muito além de uma divergência eleitoral.
Como políticos que caminham juntos na eleição estadual podem defender projetos presidenciais diferentes? O que une esses representantes em Sergipe? Até que ponto as mudanças de posição refletem convicções pessoais, decisões partidárias ou estratégias de aliança?
E, principalmente, como os eleitores devem interpretar essas escolhas?
Para compreender o cenário, o Portal Itabaiana News examinou a trajetória dos três senadores, suas declarações públicas e os acontecimentos políticos que ajudam a explicar o momento atual.
## Rogério Carvalho: a fidelidade ao PT e a aliança com um antigo adversário
Entre os três senadores, Rogério Carvalho apresenta a ligação partidária mais direta com um dos candidatos à Presidência.
Médico e integrante do Partido dos Trabalhadores, Rogério construiu sua trajetória política vinculado à legenda e às suas principais bandeiras.
Foi secretário estadual de Saúde, deputado estadual, deputado federal e chegou ao Senado nas eleições de 2018.
Em outubro de 2026, conquistou a reeleição com 511.142 votos, segundo a Agência Senado.
Seu apoio a Lula, portanto, não surgiu de uma decisão inesperada.
A identificação com o PT e com o projeto político defendido pelo presidente faz parte de sua trajetória pública.
Entretanto, há um episódio recente que torna sua situação em Sergipe particularmente interessante.
### De adversário de Mitidieri a integrante de sua aliança
Em 2022, Rogério Carvalho disputou o Governo de Sergipe justamente contra Fábio Mitidieri.
A eleição foi acirrada.
Mitidieri venceu com 623.851 votos, equivalentes a 51,70% dos votos válidos.
Rogério recebeu 582.940 votos, correspondentes a 48,30%.
A diferença foi de 40.911 votos.
Os dois disputaram o comando do estado, defenderam projetos políticos concorrentes e protagonizaram embates durante a campanha.
Quatro anos depois, passaram a integrar a mesma aliança eleitoral.
Em 2026, Mitidieri e Rogério formalizaram uma aproximação política, com participação do presidente Lula nas articulações divulgadas pela imprensa.
O senador passou a integrar o projeto de reeleição do governador e conquistou um novo mandato no Senado.
O episódio demonstra que alianças políticas podem ser reconstruídas mesmo depois de disputas eleitorais intensas.
Mas também apresenta uma pergunta legítima: quais compromissos e propostas permitiram a aproximação entre dois políticos que, em 2022, apresentavam alternativas diferentes ao eleitorado sergipano?
A explicação dessa mudança não deve ser reduzida a uma suposição sobre interesses pessoais.
Ela precisa considerar os acordos políticos divulgados, os projetos apresentados e os resultados concretos que a parceria poderá produzir para Sergipe.
### O apoio a Lula não depende da orientação do governador
Na disputa presidencial de 2026, Rogério apoia Lula por identificação partidária e política.
Mitidieri também apoia o presidente.
Nesse ponto, os dois estão alinhados.
A diferença está na origem de suas posições: Rogério é integrante histórico do PT, enquanto Mitidieri pertence ao PSD e construiu uma aliança com o governo federal.
Assim, dizer que Rogério segue Lula apenas porque o governador o orientou seria ignorar sua própria trajetória política.
## Laércio Oliveira: apoio ao governador e fidelidade ao campo conservador
O senador Laércio Oliveira apresenta uma situação diferente.
Empresário e político com trajetória ligada ao setor produtivo, Laércio construiu sua carreira parlamentar com atuação em temas econômicos, empresariais e trabalhistas.
Antes de chegar ao Senado, exerceu mandatos como deputado federal.
Foi eleito senador em 2022, com mandato previsto até 2031.
Sua aproximação com o campo político de Jair Bolsonaro é anterior à eleição presidencial de 2026.
E há um fato que ajuda a compreender a posição atual do parlamentar.
### Em 2022, Laércio já apoiava Mitidieri e Bolsonaro ao mesmo tempo
Durante o segundo turno de 2022, Laércio participou de atividades de campanha em favor de Fábio Mitidieri para o Governo de Sergipe e de Jair Bolsonaro para a Presidência.
A própria assessoria do senador registrou sua participação em atos políticos relacionados às duas candidaturas.
Portanto, o apoio simultâneo a Mitidieri e a um candidato da família Bolsonaro não é uma novidade de 2026.
Trata-se de uma combinação política que já havia ocorrido quatro anos antes.
Isso ajuda a explicar por que Laércio não considera contraditório apoiar o governador sergipano e defender um projeto presidencial diferente.
### A declaração de Laércio sobre Mitidieri e Lula
Em agosto de 2026, durante um evento político, Laércio reafirmou que seu apoio ao governador não dependia da preferência presidencial de Mitidieri.
Na ocasião, declarou:
“Fábio não é ruim porque vota em Lula.”
A frase sintetiza a justificativa apresentada pelo senador.
Na avaliação de Laércio, o desempenho e as propostas de Mitidieri para Sergipe devem ser considerados separadamente das divergências nacionais.
Em outubro, o parlamentar também celebrou a decisão da Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, de apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Sua posição, portanto, não se resume a uma manifestação individual de preferência.
Ela também encontra respaldo em uma decisão nacional da federação partidária à qual pertence.
### A pergunta que permanece
Se Laércio considera possível separar as escolhas estaduais das presidenciais, como essa divisão se reflete em sua atuação no Congresso?
O senador poderá apoiar propostas do governo federal que considere favoráveis a Sergipe, mesmo defendendo o candidato adversário de Lula?
E como pretende conciliar a defesa de um projeto presidencial com a manutenção da aliança estadual?
Essas perguntas ajudam a avaliar sua posição de maneira concreta, sem presumir que divergência partidária signifique rompimento político.
## Alessandro Vieira: de eleitor de Bolsonaro à neutralidade em 2026
Entre os três senadores, Alessandro Vieira apresenta uma trajetória de mudanças de posicionamento presidencial que merece uma análise mais detalhada.
Delegado de polícia por mais de duas décadas, Alessandro chegou ao Senado em 2018, eleito pela Rede Sustentabilidade.
Naquele ano, Jair Bolsonaro disputava a Presidência pelo PSL, e não pelo PL, partido ao qual se vincularia posteriormente.
Alessandro não era candidato do partido de Bolsonaro.
Entretanto, declarou voto no então presidenciável no segundo turno.
Esse é um fato documentado e relevante para compreender sua trajetória.
### 2018: a escolha por Bolsonaro
Em entrevista concedida posteriormente ao Poder360, Alessandro explicou que seu voto em Jair Bolsonaro havia sido motivado, entre outros fatores, pela rejeição ao PT.
O senador afirmou que, naquele momento, considerava que a candidatura de Bolsonaro representava uma alternativa às práticas políticas que criticava.
Posteriormente, passou a avaliar aquela decisão de outra maneira.
É importante distinguir duas situações.
Uma coisa é afirmar que Alessandro declarou voto em Bolsonaro em 2018.
Outra, diferente, seria afirmar que ele só conseguiu se eleger senador por causa do apoio de eleitores bolsonaristas.
Essa segunda conclusão exigiria dados específicos que demonstrassem a transferência de votos, algo que não foi estabelecido nesta apuração.
O fato comprovado é a declaração de apoio presidencial no segundo turno daquele ano.
### O arrependimento declarado
Em entrevista ao Poder360, Alessandro reconheceu que considerava equivocado o voto dado a Bolsonaro.
Ele explicou que sua avaliação mudou diante do comportamento do governo e de acontecimentos posteriores à eleição.
Essa mudança passou a integrar seu discurso político.
O senador tornou-se crítico do ex-presidente e de aspectos de sua administração.
O episódio suscita uma questão importante sobre representação política.
Um parlamentar tem o direito de rever suas posições diante de fatos novos.
Ao mesmo tempo, os eleitores também têm o direito de pedir explicações sobre essas mudanças, especialmente quando envolveram compromissos e expectativas políticas.
Reconhecer uma mudança de opinião não encerra o debate sobre coerência.
Mas mudar de opinião também não constitui, por si só, prova de deslealdade.
A análise precisa considerar o que foi prometido, o que foi efetivamente defendido e como o representante explicou sua decisão.
### 2022: Alessandro declarou ter votado em Lula
Em entrevista à BBC News Brasil publicada em 2026, Alessandro afirmou que havia votado em Lula no segundo turno da eleição presidencial de 2022.
Segundo sua explicação, considerava prejudicial a continuidade de Jair Bolsonaro na Presidência.
A declaração acrescenta um elemento importante à sua trajetória.
Em 2018, votou em Bolsonaro.
Em 2022, declarou ter votado em Lula.
Em 2026, anunciou neutralidade entre Lula e Flávio Bolsonaro.
São três posicionamentos diferentes em três eleições presidenciais.
A sequência é factual.
A interpretação sobre sua coerência, entretanto, depende da análise dos motivos apresentados em cada ocasião.
### 2026: a neutralidade entre Lula e Flávio Bolsonaro
Na terça-feira, 13 de outubro, Alessandro divulgou uma nota pública anunciando que não apoiaria nenhum dos dois candidatos que disputam o segundo turno presidencial.
O senador criticou os projetos políticos de Lula e Flávio Bolsonaro.
Na avaliação apresentada por ele, nenhum dos dois representa a alternativa que considera necessária para enfrentar problemas nacionais como corrupção, violência, desigualdade e radicalização política.
Alessandro também afirmou que não pretende apoiar um candidato apenas por rejeitar o outro.
Sua posição anunciada é de neutralidade.
Ao mesmo tempo, declarou que pretende colaborar com o próximo governo em projetos que considere positivos e se opor às propostas que julgar inadequadas.
Essa explicação apresenta uma defesa da independência parlamentar.
Mas abre espaço para perguntas relevantes.
### Neutralidade significa independência ou ausência de escolha?
Na democracia, ninguém é obrigado a apoiar publicamente um candidato à Presidência, inclusive um parlamentar.
A neutralidade é uma posição política possível.
Entretanto, quando essa decisão parte de alguém que exerce mandato eletivo, ela também pode ser examinada publicamente.
O senador representa cidadãos que possuem diferentes expectativas e opiniões.
Por isso, é legítimo perguntar o que significa sua neutralidade na prática.
Alessandro pretende apenas não participar das campanhas?
Pretende declarar voto pessoal?
Considera que sua posição atual é compatível com as escolhas presidenciais que fez em 2018 e 2022?
Quais critérios concretos utilizará para apoiar ou rejeitar propostas do próximo presidente?
Essas perguntas não pressupõem que o senador esteja errado.
Buscam compreender como ele define sua responsabilidade política diante dos eleitores.
### A situação do MDB acrescenta outra questão
O cenário partidário também merece esclarecimento.
Reportagens publicadas em outubro informaram que dirigentes nacionais do MDB anunciaram o apoio de diversos diretórios estaduais a Flávio Bolsonaro.
O diretório sergipano apareceu em uma das relações divulgadas pela imprensa.
Entretanto, na nota em que anunciou neutralidade, Alessandro afirmou que o MDB de Sergipe ainda não havia deliberado formalmente sobre o tema e que seus filiados estariam livres para escolher.
Existe, portanto, uma divergência de informações que merece confirmação diretamente com a direção estadual da legenda.
Até que isso seja esclarecido, não seria correto apresentar como definitivamente resolvida a posição institucional do MDB sergipano.
## Fábio Mitidieri: o governador que reúne aliados de posições diferentes
No centro dessa configuração política está o governador Fábio Mitidieri.
Reeleito em outubro de 2026, ele anunciou que participará ativamente da campanha de Lula no segundo turno.
O governador destacou a parceria com o governo federal e a importância da mobilização eleitoral.
Entretanto, sua base de apoio estadual inclui políticos que não compartilham da mesma preferência presidencial.
Rogério Carvalho defende Lula.
Laércio Oliveira apoia Flávio Bolsonaro.
Alessandro Vieira declarou neutralidade.
Essa diversidade pode ser interpretada de maneiras diferentes.
Uma possibilidade é que a aliança estadual esteja organizada principalmente em torno de objetivos administrativos e políticos relacionados a Sergipe, permitindo posições nacionais distintas.
Outra interpretação é que a divergência presidencial revele limites à capacidade do governador de unificar seus aliados em torno de um mesmo projeto nacional.
Nenhuma dessas leituras deve ser tratada automaticamente como verdade definitiva.
Para compreender o funcionamento da aliança, é necessário observar decisões, votações, projetos, compromissos e eventuais conflitos concretos.
## O que une os três senadores?
Apesar das diferenças presidenciais, os três participaram do campo político que apoiou a reeleição de Mitidieri.
Esse fato demonstra que as alianças estaduais nem sempre reproduzem as divisões nacionais.
A política brasileira frequentemente reúne partidos e lideranças que disputam espaço no plano federal, mas encontram interesses comuns em determinados estados ou municípios.
Isso não significa necessariamente que todos tenham as mesmas convicções.
Também não comprova, por si só, que uma aliança tenha sido formada apenas por conveniência eleitoral.
O que precisa ser examinado é o conteúdo dessa aproximação.
Quais projetos foram apresentados aos eleitores?
Quais compromissos públicos foram assumidos?
Que resultados se espera alcançar para Sergipe?
E como cada senador pretende atuar quando os interesses do governo estadual entrarem em conflito com as posições de seu partido ou de seu candidato presidencial?
Essas são perguntas que permitem avaliar a atuação parlamentar para além das fotografias de campanha.
## A quem um senador deve fidelidade?
Esta talvez seja a questão mais importante de toda a discussão.
Um senador é eleito para representar seu estado no Congresso Nacional.
Sua atuação deve observar a Constituição, as leis, as responsabilidades do mandato e os compromissos políticos que assume publicamente.
Ele não é juridicamente obrigado a reproduzir todas as preferências do governador, de um aliado eleitoral ou de cada grupo que o apoiou.
Também não deixa de ter responsabilidade perante os eleitores quando decide mudar de posição.
A liberdade política do representante convive com o direito da sociedade de cobrar coerência, transparência e explicações.
No caso de Rogério Carvalho, o eleitor pode perguntar como se construiu a aliança com Mitidieri depois da disputa de 2022.
No caso de Laércio Oliveira, pode questionar como o senador concilia o apoio ao governador e a defesa de um projeto presidencial diferente.
No caso de Alessandro Vieira, pode buscar compreender os critérios que explicam suas escolhas presidenciais em 2018, 2022 e 2026.
São cobranças legítimas, desde que baseadas em fatos e dirigidas com respeito.
## O que o eleitor sergipano deve acompanhar?
A eleição presidencial termina em 25 de outubro, mas o mandato parlamentar continua.
Por isso, as posições anunciadas durante a campanha não devem ser o único critério de acompanhamento.
Também será importante observar como os senadores votam em propostas relevantes, como defendem os interesses de Sergipe, quais projetos apresentam e como justificam suas decisões.
O alinhamento a determinado presidente não garante, por si só, resultados positivos para o estado.
Da mesma forma, a divergência em relação ao governo federal não impede necessariamente a construção de soluções favoráveis à população.
O que permitirá avaliar essas relações será a atuação concreta de cada representante.
## Três caminhos, uma responsabilidade comum
A situação política de Sergipe revela uma realidade que merece ser compreendida sem simplificações.
Rogério Carvalho mantém sua identificação com Lula e com o PT, mas também construiu uma aliança estadual com um antigo adversário.
Laércio Oliveira preserva o apoio a Mitidieri enquanto atua em favor de Flávio Bolsonaro, repetindo uma combinação política que já havia adotado em 2022.
Alessandro Vieira, depois de declarar voto em Bolsonaro em 2018 e em Lula em 2022, afirma agora que não apoiará nenhum dos dois candidatos de 2026.
As diferenças são evidentes.
Mas nenhuma delas dispensa a análise do histórico, das justificativas e das responsabilidades de cada senador.
A população tem o direito de conhecer não apenas em quem seus representantes votam, mas também por que tomam determinadas decisões e como essas escolhas se relacionam com os compromissos assumidos durante as campanhas.
A liberdade de mudar de posição faz parte da democracia. O dever de explicar essas mudanças também faz parte da vida pública.
Mais importante do que exigir que todos pensem da mesma maneira é garantir que as decisões políticas sejam transparentes, compreensíveis e submetidas ao acompanhamento dos cidadãos.
É esse debate que o Portal Itabaiana News pretende estimular: informação, memória política e respeito ao direito de cada leitor formar suas próprias conclusões.
Fontes consultadas
- Agência Senado — Resultado da eleição para o Senado em Sergipe, 4 de outubro de 2026.
- Infonet — Coluna de Adiberto de Souza, *Senadores de Sergipe não seguem a orientação do governador*, 14 de outubro de 2026.
- Infonet — Declaração de neutralidade de Alessandro Vieira, outubro de 2026.
- Poder360 — Entrevista de Alessandro Vieira sobre seu voto em Jair Bolsonaro em 2018.
- BBC News Brasil — Entrevista de Alessandro Vieira sobre suas posições presidenciais.
- Assessoria de Laércio Oliveira — Registros de apoio a Mitidieri e Bolsonaro em 2022 e à candidatura de Flávio Bolsonaro em 2026.
- Fan F1 — Declarações de Laércio Oliveira sobre o apoio a Mitidieri.
- Folha de S.Paulo — Resultado da eleição para o Governo de Sergipe em 2022.
- SBT News — Declarações de Fábio Mitidieri sobre o segundo turno de 2026.
- Panorama Sergipe — Aproximação política entre Rogério Carvalho e Fábio Mitidieri em 2026.
**Nota da redação:** Reportagem baseada em declarações públicas, resultados eleitorais e registros jornalísticos disponíveis até 14 de outubro de 2026. A posição institucional do MDB de Sergipe sobre o segundo turno ainda exige esclarecimento. O Portal Itabaiana News permanece aberto a manifestações e atualizações dos parlamentares mencionados.
Redação: Portal Itabaiana News
Editor responsável: Juarez Guide da Veiga
