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Sr. Presidente - “SE NÃO SABIA, QUEM ESTAVA GOVERNANDO?”

AS CONTROVÉRSIAS ATUAIS E AS PERGUNTAS QUE O BRASIL AINDA PRECISA RESPONDER

Publicado em 23/10/2026, 09:01
Sr. Presidente - “SE NÃO SABIA, QUEM ESTAVA GOVERNANDO?”

TERCEIRA PARTE

“SE NÃO SABIA, QUEM ESTAVA GOVERNANDO?”:

Das apostas eletrônicas ao Bolsa Família, das investigações sobre descontos no INSS aos encontros com personagens de controvérsias financeiras, os episódios recentes colocam em debate a fiscalização, a transparência e a responsabilidade de quem ocupa a Presidência da República.

**Por Juarez Guide da Veiga — Editor-chefe do Portal Itabaiana News**

*Terceiro e último episódio da série especial “Eu não sabia”.*

## A história continua — e as perguntas também

Nos dois primeiros episódios desta série, reconstruímos a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva, desde o movimento sindical até a Presidência da República, e examinamos crises políticas que marcaram seus governos, incluindo o mensalão e os desdobramentos judiciais da Operação Lava Jato.

Agora, chegamos aos acontecimentos mais recentes.

São episódios de naturezas diferentes: decisões sobre apostas eletrônicas, mudanças no Bolsa Família, investigações sobre descontos indevidos em aposentadorias, controvérsias envolvendo pessoas próximas ao presidente e encontros com representantes do setor financeiro.

Não seria correto tratar todos esses casos como se fossem um único escândalo, nem concluir que a presença de um nome em uma investigação comprova a responsabilidade do presidente. Cada episódio exige análise própria, documentos, cronologia e espaço para as explicações dos envolvidos.

Há, entretanto, uma questão que atravessa todos eles: como funcionam os mecanismos de informação, fiscalização e tomada de decisões no governo federal?

Quando um presidente afirma que desconhecia determinado problema, a declaração precisa ser examinada à luz dos fatos disponíveis. O desconhecimento pode ser real. Pode também revelar falhas administrativas, problemas de comunicação ou insuficiência de controle. Para distinguir essas possibilidades, é necessário investigar.

É esse o propósito deste capítulo.

## 1. Bets: quando o presidente afirma que não conhecia a dimensão do problema

As apostas esportivas de quota fixa e os jogos on-line se expandiram no Brasil durante os últimos anos, transformando-se em uma atividade econômica de grande alcance, com publicidade em eventos esportivos, presença nas redes sociais e participação de empresas nacionais e estrangeiras.

O governo Lula participou da regulamentação do setor. Em dezembro de 2023, foi sancionada a Lei nº 14.790, que estabeleceu regras para a exploração das apostas de quota fixa. Posteriormente, o governo federal implementou normas de autorização e fiscalização das empresas.

O assunto, portanto, já fazia parte da agenda legislativa e administrativa.

Em 25 de setembro de 2026, o governo anunciou uma medida provisória que proibiu a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa, além de medidas de proteção às famílias endividadas.

Poucos dias depois, em entrevista ao Flow Podcast, Lula foi questionado sobre por que havia decidido proibir as apostas somente naquele momento.

A resposta foi direta: “Porque eu não sabia”.

O presidente afirmou que passou a compreender melhor a dimensão dos danos após conversar com pessoas endividadas por causa das apostas. Segundo seu relato, os casos que conheceu o levaram a concluir que a regulamentação adotada anteriormente não era suficiente.

A declaração suscita uma pergunta importante.

Os problemas relacionados ao endividamento, à publicidade agressiva e ao comportamento compulsivo de jogadores já faziam parte do debate público. O setor havia sido objeto de legislação e regulamentação federal. Isso não significa que o presidente conhecesse todos os casos individuais, mas torna pertinente investigar quais informações chegaram aos ministérios e quais alertas estavam disponíveis antes da mudança de orientação.

Por que a regulamentação anterior foi considerada insuficiente? Que estudos e dados foram utilizados para avaliar os danos sociais? Quais medidas de prevenção foram adotadas antes da decisão de proibir o setor?

Também é necessário acompanhar a situação jurídica da medida provisória, seus efeitos e a atuação do Congresso Nacional.

O episódio mostra que uma declaração presidencial não encerra o debate. Ela abre uma oportunidade para investigar a sequência das decisões, os alertas disponíveis e os mecanismos que deveriam permitir ao governo compreender a dimensão de um problema antes que ele alcance proporções maiores.

## 2. Bolsa Família: a ausência de reajuste que o presidente disse desconhecer

Em 15 de outubro de 2026, durante entrevista ao *Jornal Nacional*, Lula afirmou que não sabia que o Bolsa Família permanecia sem reajuste geral do valor mínimo durante seu terceiro mandato.

O piso de R$ 600, estabelecido na retomada do programa em 2023, foi elevado para R$ 691 em setembro de 2026, em um reajuste anunciado 17 dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais.

Segundo o presidente, ele tomou conhecimento da ausência de correção e cobrou explicações dos ministros. Também afirmou que havia espaço fiscal para a medida e negou que o anúncio tivesse motivação eleitoral.

A informação precisa ser contextualizada: a ausência de reajuste geral do piso não significa que nenhuma família tenha recebido valores adicionais durante o período. O programa prevê complementos destinados a determinados grupos familiares, que devem ser diferenciados de uma correção geral do benefício mínimo.

O fato central, porém, permanece: o presidente afirmou desconhecer a falta de reajuste de um dos principais programas sociais do governo.

A proposta orçamentária de 2027, encaminhada ao Congresso em agosto, não previa a correção anunciada posteriormente. Esse dado torna ainda mais relevante compreender como a decisão foi tomada e quais informações estavam disponíveis aos responsáveis pela elaboração do orçamento.

A pergunta não é se um presidente precisa decidir pessoalmente cada detalhe de um programa social. É se os mecanismos de acompanhamento do governo funcionaram de maneira adequada.

Como uma decisão de tamanha relevância para milhões de famílias permaneceu sem correção geral durante anos? Quais foram os critérios orçamentários utilizados? Por que a ausência do reajuste só foi identificada e corrigida naquele momento?

A proximidade entre o anúncio e a eleição também merece ser registrada na cronologia, sem que isso seja tratado, por si só, como prova de motivação eleitoral. O presidente negou essa interpretação, e a avaliação deve considerar os documentos administrativos e as justificativas apresentadas pelo governo.

O episódio é especialmente relevante porque demonstra que o debate sobre responsabilidade pública não se limita a crimes ou escândalos. Também envolve prioridades orçamentárias, acompanhamento de políticas sociais e capacidade de identificar problemas antes que se tornem objeto de cobrança pública.

## 3. INSS: aposentados, descontos indevidos e falhas de fiscalização

Em 2025, a Operação Sem Desconto revelou suspeitas de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social.

O caso provocou investigações, medidas administrativas e questionamentos sobre os mecanismos que deveriam impedir que aposentados e pensionistas tivessem valores retirados de seus benefícios sem autorização válida.

As apurações alcançaram entidades associativas, intermediários e pessoas investigadas em diferentes frentes. Entre os nomes mencionados no debate público estão o irmão do presidente, José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, e seu filho, Fábio Luís Lula da Silva.

É indispensável fazer uma distinção: ser citado em uma investigação não significa ter cometido um crime. A responsabilidade de cada pessoa depende dos fatos atribuídos a ela e das provas reunidas pelas autoridades competentes.

Lula afirmou que seu governo investigou as irregularidades e defendeu a apuração dos envolvidos. A atuação dos órgãos de investigação e as medidas adotadas pelo Executivo devem ser examinadas com base nos registros oficiais, incluindo o que foi feito para interromper descontos indevidos e reparar os prejuízos sofridos pelas vítimas.

Em outubro de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral determinou a remoção de publicações de adversários políticos que associavam Lula diretamente a supostas fraudes envolvendo seu filho. A decisão demonstra a importância de distinguir acusações políticas de afirmações que podem ser apresentadas como fatos comprovados.

Isso não impede a investigação jornalística sobre o caso. Pelo contrário: reforça a necessidade de trabalhar com documentação, atribuição precisa das alegações e respeito ao estado de cada procedimento.

As perguntas que precisam ser respondidas são objetivas: por quanto tempo os descontos ocorreram? Quais órgãos receberam reclamações ou alertas? Que mecanismos permitiram que as cobranças fossem realizadas? Quais medidas foram adotadas para identificar as vítimas, recuperar valores e responsabilizar os envolvidos?

E, principalmente, quais controles foram criados ou fortalecidos para impedir a repetição de irregularidades?

A dimensão do caso exige transparência. A sociedade tem direito a saber o que foi apurado, quais providências foram tomadas e quais resultados concretos foram alcançados.

## 4. Roberta Luchsinger: as fotografias, a declaração presidencial e o contexto dos encontros

Em agosto de 2026, durante uma sabatina televisiva, Lula afirmou não conhecer Roberta Luchsinger e declarou que nunca a havia visto ou conversado com ela.

Depois da entrevista, fotografias publicadas anteriormente pela empresária voltaram a circular nas redes sociais. As imagens mostravam registros dela ao lado do presidente em diferentes ocasiões.

A campanha de Lula respondeu que fotografias com uma figura pública não comprovam, por si só, uma relação pessoal, profissional ou política. Segundo a explicação apresentada, o presidente é frequentemente abordado por pessoas que desejam registrar encontros e eventos.

Essa distinção é necessária. Uma fotografia pode demonstrar que duas pessoas estiveram juntas em determinado contexto, mas não estabelece automaticamente a natureza de sua relação, a existência de intimidade ou a participação em alguma irregularidade.

Por outro lado, quando uma autoridade afirma nunca ter visto alguém e são apresentados registros fotográficos de ocasiões anteriores, é legítimo perguntar em que circunstâncias as imagens foram feitas e qual era o sentido exato da declaração.

Luchsinger, que também foi mencionada em reportagens relacionadas às investigações sobre o INSS, contestou publicamente as críticas feitas pelo presidente. Em entrevista à CNN Brasil, em 17 de outubro, afirmou que se sentiu exposta pelas declarações presidenciais.

A manifestação dela também precisa ser entendida como uma declaração atribuída à própria interessada, não como comprovação automática de todas as interpretações apresentadas.

O caminho jornalístico é verificar as datas, os locais, os contextos dos registros e a existência de outros elementos documentais que ajudem a esclarecer o grau de contato entre os envolvidos.

A pergunta que permanece é: o que as imagens efetivamente demonstram e quais explicações adicionais são necessárias para compreender a relação entre as pessoas citadas?

A reportagem não deve substituir a apuração por insinuações. Deve apresentar os registros disponíveis e as respostas dos envolvidos, permitindo que o leitor avalie a consistência de cada explicação.

## 5. Daniel Vorcaro e Banco Master: transparência sobre encontros com o poder

Outro episódio relevante envolve Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master.

Em dezembro de 2024, Lula recebeu Vorcaro em uma reunião que não constou da agenda oficial divulgada publicamente. O encontro foi confirmado pelo próprio presidente em declarações posteriores.

Em entrevista ao SBT News, em setembro de 2026, Lula afirmou que Vorcaro havia procurado o governo alegando sofrer perseguição e que ele respondeu que o banco seria analisado como qualquer outra instituição financeira.

O presidente declarou que a fiscalização deveria seguir critérios técnicos e sustentou que o banco foi fechado porque não estava em situação regular.

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em novembro de 2025, e as investigações sobre suspeitas de fraudes financeiras relacionadas à instituição passaram a ter grande repercussão nacional.

É fundamental não confundir esses fatos. A existência de uma reunião entre o presidente e um banqueiro não comprova, por si só, favorecimento ou interferência indevida. A liquidação posterior da instituição tampouco demonstra automaticamente que o encontro tenha sido irregular.

O ponto de interesse público é a transparência.

Por que a reunião não constou da agenda oficial? Quem participou? Qual foi o objetivo formal do encontro? Existem registros institucionais que documentem as solicitações apresentadas e as providências posteriores?

Essas perguntas são legítimas porque encontros entre autoridades e representantes de instituições financeiras podem envolver assuntos de grande interesse econômico e regulatório.

A transparência não pressupõe culpa. É um instrumento para permitir que a sociedade compreenda como as decisões públicas são tomadas e para demonstrar que a atuação do Estado segue critérios técnicos, legais e impessoais.

## 6. A questão maior: desconhecimento, falha administrativa ou responsabilidade política?

Os episódios examinados não são equivalentes. O caso das apostas envolve regulação e saúde pública; o Bolsa Família, decisões orçamentárias; o INSS, suspeitas de descontos indevidos e falhas de controle; as fotografias com Roberta Luchsinger, a interpretação de registros e as declarações feitas sobre o contato entre pessoas; e o Banco Master, a transparência sobre encontros e a atuação das autoridades reguladoras.

Cada situação precisa ser examinada conforme suas próprias provas.

Ainda assim, todas permitem formular uma questão sobre a estrutura de governo.

Quando o presidente afirma que desconhecia um problema, é necessário verificar se havia alertas anteriores, quem recebeu essas informações, quais mecanismos de fiscalização existiam e se as providências adotadas foram adequadas.

Se a informação não chegou à Presidência, é preciso compreender por que isso aconteceu.

Se chegou aos órgãos competentes, mas não foi encaminhada, a falha de comunicação deve ser identificada.

Se os alertas foram conhecidos e ignorados, a cronologia e os documentos precisam demonstrar essa circunstância.

E, quando o governo identifica uma falha e toma providências para corrigi-la, é igualmente necessário avaliar se as medidas foram eficazes.

A responsabilidade política não é idêntica à responsabilidade criminal. Um presidente não se torna automaticamente culpado por qualquer irregularidade praticada por terceiros. Entretanto, responde politicamente pelas escolhas administrativas, pela organização de sua equipe e pela maneira como exerce suas atribuições constitucionais.

É justamente por isso que a fiscalização pública é indispensável.

## Conclusão — Se não sabia, quem estava governando?

Ao longo desta série, percorremos a trajetória de Lula desde o movimento sindical até a Presidência, examinamos crises políticas do passado e chegamos aos episódios mais recentes.

O que emerge dessa análise não é uma resposta única para todas as controvérsias. Os casos são diferentes, as provas não são as mesmas e as responsabilidades precisam ser individualizadas.

O que permanece é uma pergunta sobre o exercício do poder.

Quando um presidente afirma que não sabia, a sociedade tem o direito de perguntar quais informações estavam disponíveis, como funcionavam os mecanismos de controle, quem deveria fiscalizar e quais providências foram tomadas.

Se o desconhecimento foi real, é necessário compreender por que a estrutura de governo não identificou o problema antes.

Se houve falha administrativa, é necessário identificar suas causas e as medidas adotadas para corrigi-la.

Se existirem indícios de conduta ilícita, cabe às autoridades competentes investigá-los, respeitando o devido processo legal e os direitos de cada pessoa envolvida.

E, quando as provas não forem suficientes para sustentar uma acusação, a honestidade jornalística exige que isso seja dito com a mesma clareza usada para apresentar os fatos comprovados.

A pergunta que dá nome a esta série não pretende substituir a Justiça nem antecipar uma conclusão sobre a conduta de qualquer pessoa.

Ela expressa uma cobrança democrática.

**Se não sabia, quem estava governando?**

A resposta não pode depender apenas de uma declaração presidencial, de um meme ou de uma disputa partidária. Precisa ser construída a partir dos documentos, das decisões, dos resultados e da capacidade do governo de prestar contas à população.

Governar não significa conhecer pessoalmente cada ato praticado pelo Estado. Significa organizar uma administração capaz de informar, fiscalizar, corrigir falhas e agir diante de problemas relevantes.

É essa responsabilidade que deve ser examinada, independentemente de partido, ideologia ou preferência eleitoral.

O Portal Itabaiana News continuará defendendo o direito da sociedade à informação, a importância da fiscalização das autoridades e o compromisso de distinguir fatos comprovados, alegações e interpretações.

Porque o poder público pertence à sociedade. E prestar contas não é favor de quem governa: é parte essencial da democracia.

**Juarez Guide da Veiga — Editor-chefe**

*Portal Itabaiana News — A Voz do Agreste Sergipano*

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### Fontes de referência

1. **Ministério da Justiça e Segurança Pública — Medidas anunciadas para proibir as bets e proteger famílias endividadas, 25 de setembro de 2026:** https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias-1/governo-federal-proibe-bets-em-todo-o-pais-e-lanca-pacote-de-protecao-as-familias-endividadas-1

2. **UOL — Declaração de Lula sobre o Bolsa Família, 15 de outubro de 2026:** https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2026/10/15/lula-diz-que-desconhecia-falta-de-reajuste-do-bolsa-familia-antes-da-eleicao.ghtm

3. **Tribunal Superior Eleitoral — Decisão sobre publicações que associavam Lula a supostas fraudes no INSS, 15 de outubro de 2026:** https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Outubro/tse-retira-do-ar-publicacoes-que-associam-lula-a-supostas-fraudes-no-inss

4. **CNN Brasil — Declarações da campanha de Lula sobre as fotografias com Roberta Luchsinger, 28 de agosto de 2026:** https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/campanha-de-lula-reage-e-diz-que-foto-nao-significa-relacao-com-lobista/

5. **CNN Brasil — Entrevista de Roberta Luchsinger sobre as declarações de Lula, 17 de outubro de 2026:** https://www.cnnbrasil.com.br/politica/lula-me-colocou-como-boi-de-piranha-diz-luchsinger-a-cnn/

6. **UOL — Lula comenta reunião com Daniel Vorcaro e a investigação do Banco Master, 10 de setembro de 2026:** https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/09/10/lula-diz-que-encontro-com-vorcaro-serviu-para-dizer-que-master-seria-investigado-com-seriedade.amp.htm

*Nota editorial: antes da publicação, conferir os documentos originais, as decisões judiciais mais recentes e a situação jurídica atual das medidas relacionadas às apostas. A matéria distingue fatos documentados, declarações atribuídas, investigações em andamento e conclusões judiciais.*

Juarez Guide da Veiga

Colunista — Cotidiano, Sociedade, Comportamento Humano, Cidadania e Reflexões.

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